A Sorveteria da Eliana, febre nos anos 1990 e início dos anos 2000, é lembrada com carinho pela advogada campo-grandense Mayla Alexia dos Santos. Para ela, o brinquedo não é apenas um objeto de infância, mas um símbolo de momentos especiais passados com sua mãe.
Mayla, aos 31 anos, guarda com afeto o brinquedo que sua mãe tentou doar diversas vezes. “Ele fica guardado, mas sempre olho para ele com carinho”, revela. A advogada destaca que a verdadeira importância do brinquedo está nas memórias de qualidade que vivenciou ao lado de sua mãe, preparando sorvetes juntas.
Um presente inesquecível
Recebido no Dia das Crianças, entre 2000 e 2001, a Sorveteria da Eliana era um desejo antigo de Mayla. “É um brinquedo que eu queria muito e, como ele é resistente, mesmo com o tempo, ficou bem conservado”, explica.
Brincadeiras que marcam gerações
Embora ainda não seja mãe, Mayla já planeja brincar com seus filhos utilizando o mesmo brinquedo que lhe trouxe tantas alegrias. “Pretendo brincar com ele ou ela, assim como minha mãe fazia comigo”, almeja.

Funcionamento do brinquedo
Fabricada pela Glasslite, a Sorveteria da Eliana permitia que as crianças fizessem sorvete de verdade em casa, utilizando uma reação endotérmica com gelo e sal grosso. A mistura de ingredientes, como leite e sucos, era congelada ao girar uma manivela por alguns minutos.
Embora exigisse paciência, muitos relatos na internet confirmam que o brinquedo funcionava. O item se tornou raro e colecionável, com unidades vintage disponíveis em plataformas de revenda.
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Links e documentos citados
Fonte: midiamax.com.br

