Equipes da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) identificaram 684 imóveis com focos do mosquito da dengue em Campo Grande (MS) na última semana. As vistorias abrangeram mais de 20,3 mil residências.
De acordo com dados do Informe da Sala de Situação das Arboviroses nº 227, divulgado em 24 de setembro, houve uma queda nas notificações de dengue em 2026. Durante o período de janeiro a setembro deste ano, a capital registrou mais de 1,6 mil notificaçõess, representando uma redução de 65% em comparação ao mesmo período de 2025, quando foram notificados 4,6 mil casos.
Além disso, Campo Grande contabilizou 43 casos confirmados de chikungunya e um de zika, sem registros de óbitos por arboviroses em 2026. Apesar da melhora em relação ao ano anterior, a Sesau alerta que cerca de 80% dos focos do Aedes aegypti estão localizados nas residências, exigindo ações contínuas de combate, especialmente durante a temporada de chuvas.
Reunião para definir estratégias de combate
Nesta terça-feira (13), a Sesau, em parceria com representantes de saúde, órgãos governamentais e sociedade civil, se reuniu para avaliar os indicadores do município e traçar prioridades no combate às arboviroses. A 5ª Reunião Ordinária do Comitê Municipal de Enfrentamento às Arboviroses ocorreu no auditório do CRF/MS (Conselho Regional de Farmácia).
Entre as estratégias discutidas estão mutirões, mobilização da população e atividades educativas. A prefeitura planeja identificar áreas críticas que receberão mutirões e aumentar a participação de diferentes setores nessa mobilização.
Cuidados necessários em casa
A Sesau orienta a população a manter cuidados com quintais, calhas, caixas d’água, vasos de plantas e ralos, que devem ser verificados regularmente para eliminar qualquer água acumulada. Essas medidas, juntamente com as ações das equipes de saúde, são essenciais para interromper o ciclo de reprodução do mosquito e reduzir o risco de transmissão da dengue, zika e chikungunya.
Links e documentos citados
Fonte: midiamax.com.br

