O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) deflagrou nesta quinta-feira (13) a segunda fase da Operação Auditus, visando um esquema de fraudes na contratação de serviços médicos em Nioaque. Durante a operação, foram cumpridos cinco mandados de prisão preventiva e 12 de busca e apreensão em cinco municípios.
Mandados cumpridos em vários municípios
As ordens judiciais foram cumpridas em Nioaque, Bonito, Jardim, Bela Vista e Guia Lopes da Laguna. Além do MPMS, participaram da operação o Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc) e o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco).

Investigações apontam fraudes em serviços médicos
A investigação começou com suspeitas de fraudes em licitações da Prefeitura de Nioaque para a contratação de serviços médicos. A primeira fase da operação, em julho de 2025, já havia revelado danos estimados em mais de R$ 3 milhões entre 2019 e 2024.
Crescimento alarmante nos gastos com saúde
De acordo com o MPMS, os gastos com serviços médicos em Nioaque aumentaram em 1.713% entre 2022 e 2025, período em que ocorreram as contratações fraudulentas. A investigação indica que 83% dos exames e consultas pagos foram simulados através da falsificação de documentos.
Prejuízo para os cofres públicos
O prejuízo estimado já ultrapassa R$ 4 milhões, com indícios de que o esquema poderia ser expandido para outros municípios de MS.

Nome da operação e suas implicações
O nome ‘Auditus’, que significa ‘audição’ em latim, refere-se a um dos métodos identificados para desvio de recursos públicos. Inicialmente, as irregularidades estavam ligadas a exames auditivos, mas se estenderam para outros serviços médicos.
Links úteis
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Links e documentos citados
Fonte: primeirapagina.com.br


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