A Justiça Federal decidiu que a União deve arcar com os custos do traslado do corpo de Ramão Segóvia Ortiz, um brasileiro natural de Campo Grande, que faleceu em Portugal. Apesar da determinação, a família ainda enfrenta incertezas e um prazo apertado, pois o Instituto Médico Legal (IML) português estipulou o dia 3 de setembro como limite para a liberação do corpo.

Decisão judicial e reação da família
A decisão da 1ª Vara Federal de Campo Grande ordena que a União, por meio do Ministério das Relações Exteriores e do Consulado-Geral do Brasil em Lisboa, providencie o traslado com urgência. “As providências administrativas deverão ser iniciadas e comprovadas em 48 horas”, destacou a decisão, que também visa preservar o corpo e evitar o sepultamento em Portugal.
Burocracia e desafios financeiros
A família de Ramão soube de sua morte no dia 4 de agosto, que ocorreu, aparentemente, por causas naturais. Desde então, o corpo permanece no IML de Santarém, em Portugal, onde a família precisa depositar um valor entre R$ 45 mil e R$ 60 mil para o traslado, quantia que afirmam não ter disponível.

História de luta e determinação
Ramão se mudou para Portugal em busca de melhores condições de vida e havia recentemente regularizado sua situação migratória. Sua sobrinha, Michely Segóvia Giuliani, expressou a urgência da situação, pedindo apoio para que Ramão possa ser enterrado ao lado de seus entes queridos em Campo Grande.
Links e documentos citados
- Justiça Federal
- Família corre contra o tempo para trazer corpo de campo-grandense morto em Portugal
- Ajude a trazer Ramão de volta para casa
- Campo Grande
- Justiça Federal
- UNIÃO
Fonte: primeirapagina.com.br


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