A história das onças que viveram na Base Aérea de Campo Grande

A história das onças que viveram na Base Aérea de Campo Grande

Entre 2008 e 2011, a Base Aérea de Campo Grande acolheu duas onças-pintadas, Joaquim e uma fêmea, conhecida como Gertrudes ou Selva. Estas onças se tornaram parte da rotina da unidade, embora não circulassem livremente, como muitos acreditavam.

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Foto tirada em maio de 2009 de uma das onças acolhidas na BACG disponível em plataforma de fotos | (Ari Lopes da Rosa/Reprodução/Flickr)

A relação com o Esquadrão Onça

A presença dos felinos na Base Aérea se entrelaça com a identidade do 1º/15º Grupo de Aviação, popularmente conhecido como Esquadrão Onça, que completou 56 anos em 17 de setembro. O animal, símbolo de força e valentia, faz parte da história dessa unidade militar.

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Foto tirada em abril de 2011 de uma das onças acolhidas na BACG disponível em plataforma de fotos | (Carlos Garcia/Reprodução/Flickr)

Cuidados e acolhimento

Contrário à crença popular, Joaquim e a fêmea eram mantidos em recintos apropriados no Centro Conservacionista de Animais Felinos da Base, onde recebiam cuidados e alimentação adequados, além de assistência veterinária, como ocorreu em 2011, quando Joaquim precisou de uma cirurgia.

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Esquadrão Onça da BACG completou 56 anos no dia 17 de setembro | (Reprodução)

O fim da presença das onças

Em 2011, o Centro Conservacionista foi desativado, e as onças foram transferidas, encerrando um capítulo da história da Base Aérea de Campo Grande. Documentos do IBAMA confirmam a movimentação da onça-pintada e a necessidade de realocação do animal.

Links e documentos citados

Fonte: primeirapagina.com.br