Entre 2008 e 2011, a Base Aérea de Campo Grande acolheu duas onças-pintadas, Joaquim e uma fêmea, conhecida como Gertrudes ou Selva. Estas onças se tornaram parte da rotina da unidade, embora não circulassem livremente, como muitos acreditavam.

A relação com o Esquadrão Onça
A presença dos felinos na Base Aérea se entrelaça com a identidade do 1º/15º Grupo de Aviação, popularmente conhecido como Esquadrão Onça, que completou 56 anos em 17 de setembro. O animal, símbolo de força e valentia, faz parte da história dessa unidade militar.

Cuidados e acolhimento
Contrário à crença popular, Joaquim e a fêmea eram mantidos em recintos apropriados no Centro Conservacionista de Animais Felinos da Base, onde recebiam cuidados e alimentação adequados, além de assistência veterinária, como ocorreu em 2011, quando Joaquim precisou de uma cirurgia.

O fim da presença das onças
Em 2011, o Centro Conservacionista foi desativado, e as onças foram transferidas, encerrando um capítulo da história da Base Aérea de Campo Grande. Documentos do IBAMA confirmam a movimentação da onça-pintada e a necessidade de realocação do animal.
Links e documentos citados
- 1º/15º Grupo de Aviação
- animais
- Um post compartilhado por CIGS (@cigs_exercitooficial)
- Um post compartilhado por Arthur Drusian (@brazilianspotter_)
- Campo Grande
- Cotidiano
- Exército Brasileiro
- Força Aérea Brasileira
- IBAMA
- Manaus
Fonte: primeirapagina.com.br

