CGE não sinalizou esquema da Operação Gutenberg antes da Defensoria

CGE não sinalizou esquema da Operação Gutenberg antes da Defensoria

A equipe de Jornalismo Investigativo do Jornal Midiamax, a pedido do candidato ao governo do Estado, Eduardo Riedel (PP), realizou checagem sobre declarações feitas durante um debate. Riedel questionou a afirmação de Fábio Trad (PT) sobre a falta de sinalização por parte da Controladoria-Geral do Estado (CGE) em relação a irregularidades na saúde, reveladas na Operação Gutenberg.

Durante o debate, Trad alegou que a CGE não teria sinalizado qualquer problema na aquisição de livros, indicando que a corrupção teria começado em 2022. A campanha de Riedel rebateu essa informação, citando a operação Oncojuris, onde a CGE identificou irregularidades e acionou a polícia.

A defesa de Riedel mencionou que Ed Carlo Britto Burgatt, ex-chefe da regulação estadual de saúde, foi exonerado após a operação, mas não apresentou evidências de que a CGE tivesse contribuído nas investigações. A checagem do Midiamax revelou que o Gaeco iniciou as investigações após uma denúncia anônima.

Em nota oficial do governo na época, foi informado que a Controladoria abriu auditorias após a deflagração da operação em julho de 2026. Ed Carlo foi exonerado do cargo comissionado poucos dias após sua prisão e se tornou alvo de um procedimento administrativo.

Checagens e Procedimentos

A checagem de informações está prevista em regras definidas em conjunto por todas as candidaturas e será divulgada nos próximos dias. Além de Riedel, outros candidatos, como Fábio Trad e João Henrique Catan (Novo), também realizaram solicitações de verificação.

Você pode conferir mais sobre as regras definidas em conjunto aqui e sobre a nota oficial do governo na época neste link.

Fonte: midiamax.com.br