CPI do tapa-buraco é solicitada por vereadores em Campo Grande

CPI do tapa-buraco é solicitada por vereadores em Campo Grande

Os vereadores de Campo Grande protocolaram um requerimento para a abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do tapa-buraco na tarde desta sexta-feira (16). O pedido será analisado pela Procuradoria Jurídica da Câmara Municipal, que avaliará a proposta antes da votação oficial na próxima sessão.

Motivação para a CPI

No requerimento, os parlamentares expressam preocupação com a falta de ações efetivas da administração municipal em relação aos problemas nas ruas da capital. A investigação proposta busca esclarecer a redução dos investimentos na manutenção das vias públicas, que, segundo os vereadores, não condizem com a condição crítica das ruas.

Detalhes do requerimento

Os vereadores argumentam que, apesar de Campo Grande contar com uma usina de pavimentação asfáltica, que poderia diminuir os custos dos serviços de tapa-buraco, a situação das vias se deteriorou. O vereador Epaminondas Neto, presidente da Câmara, afirmou que a maioria dos vereadores apoiou a formação da CPI.

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Vereadores presentes na reunião desta sexta-feira (Foto: divulgação/Câmara Municipal)

Próximos passos

A CPI terá um prazo de 120 dias para suas investigações, mas a data de início depende da análise da Procuradoria e da votação dos vereadores. Somente após essas etapas será emitido o ato de constituição da CPI, definindo membros e lideranças de acordo com a proporcionalidade partidária.

A decisão de solicitar a CPI surge após um debate iniciado pela vereadora Luiza, que trouxe à tona a necessidade de uma investigação sobre o serviço de tapa-buracos, tema que tem gerado insatisfação na população.

Comunicação com a comunidade

Os vereadores destacaram a importância de comunicar as decisões à sociedade, que tem cobrado respostas sobre a atuação da administração municipal em relação às condições das vias. Para mais informações, a população pode entrar em contato com a redação do portal Primeira Página.

Links e documentos citados

Fonte: primeirapagina.com.br