O governo do coronel Antonio Pedro Alves de Barros estabeleceu uma milícia com o objetivo de combater os rebeldes que se opõem à sua administração. A decisão foi formalizada em um ato datado de 14 de janeiro de 1901, que recebeu o número 824.
O ato foi motivado pelo aumento dos movimentos sediciosos nas regiões de Diamantino, Santana do Paranaíba e no sul do Estado, que geravam um clima de anarquia e pânico no interior. O coronel destacou a insuficiência da força policial militar para enfrentar a situação de banditismo.
A milícia, denominada divisão de forças patrióticas, será comandada pelo coronel Antonio Paes de Barros. Ele receberá apoio de contingentes recrutados por ofícios reservados de outros oficiais, como o coronel José Alves Ribeiro e o tenente-coronel Manuel Pedroso da Silva Rondon.
Contexto Histórico
Este episódio remete a um período conturbado na história do Brasil, onde o uso de milícias por autoridades estaduais era uma prática comum para lidar com a insurreição e a falta de controle nas áreas rurais.
Referências
A informação foi veiculada pelo Jornal do Brasil (RJ) em 17 de outubro de 1901. Para mais detalhes sobre eventos históricos, você pode acessar os links abaixo.
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Fonte: midiamax.com.br

