O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) iniciou investigações sobre a infestação de moscas que afeta moradores de Ivinhema e Angélica. As apurações buscam entender as possíveis causas e impactos ambientais associados à proliferação dos insetos, que está relacionada a atividades rurais nas duas cidades.

Investigação em Ivinhema
Em Ivinhema, a 2ª Promotoria de Justiça instaurou um inquérito civil após denúncias de moradores sobre a invasão de moscas. O MPMS recebeu relatos que indicam riscos à saúde pública, uma vez que as moscas têm sido vistas em utensílios e alimentos nas residências. A fiscalização realizada na granja avícola local revelou a presença de larvas e problemas sanitários.

Ações e Resultados das Vistorias
As investigações revelaram falhas no manejo de resíduos e no controle de insetos na granja. Em agosto de 2026, a Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) constatou larvas vivas em diferentes estágios de desenvolvimento. O relatório indicou que o acúmulo de dejetos de aves e outras irregularidades levaram à interdição das instalações até que as correções necessárias fossem realizadas.


Situação em Angélica
Em Angélica, o MPMS investiga se a proliferação das moscas no estande está relacionada às atividades de uma usina de açúcar e álcool na região. Os moradores e produtores locais relataram prejuízos significativos na criação de animais e na produção de leite, além de incômodos provocados pela presença dos insetos.

Próximos Passos
O MPMS busca ouvir as reclamações dos moradores e planeja solicitar uma perícia técnica ambiental. A empresa envolvida na investigação terá um prazo de dez dias úteis para apresentar sua defesa e eventuais questões sobre a perícia.
Links e documentos citados
Fonte: primeirapagina.com.br

