Uma ala do governo Lula defende que o Palácio do Planalto concentre sua atuação no novo mandato do presidente e reduza a atenção dada a Flávio Bolsonaro. Segundo a coluna, esse grupo avalia que o senador deveria permanecer nos Estados Unidos.
Entre aliados do governo, há a avaliação de que o bolsonarismo perdeu força com a saída do presidenciável derrotado do Brasil e com o pai dele em prisão domiciliar, sem condições de articular politicamente. Essa leitura abriria espaço para negociações do governo petista inclusive com o PL, partido controlado por Valdemar da Costa Neto.
Os aliados também demonstram ressentimento com Flávio Bolsonaro por entenderem que a oposição não deveria ser feita à distância, embora reconheçam que o senador teria motivos pessoais para deixar o país.
Exigência de passaporte de Flávio gera críticas a Moraes
A exigência do passaporte de Flávio Bolsonaro pelo ministro Alexandre de Moraes repercutiu negativamente no Judiciário e em setores do Congresso Nacional, especialmente no Senado, conforme a coluna. O senador ainda exerce mandato.
Na avaliação de críticos de Moraes, a medida fortaleceu o discurso de perseguição adotado por Flávio. O senador passou a ser citado em um inquérito relacionado à lavagem de dinheiro envolvendo empresas de apostas, que tem como foco o advogado Willer Tomaz, também fora do Brasil.
O possível vínculo mencionado seria uma conta conjunta que o Santander, segundo documento divulgado pela coluna, já negou existir.
Proposta prevê programa para engenheiros
O engenheiro civil Marcos Túlio de Melo, presidente da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros, defende que Lula implemente o Programa Mais Engenharia no Brasil.
A proposta seguiria modelo semelhante ao Programa Mais Médicos e teria como objetivo levar infraestrutura a municípios de menor IDH no país. Melo também defende que a iniciativa seja reconhecida como política de Estado.
Fonte: midiamax.com.br

