O governo dos Estados Unidos anunciou novas sanções contra Cuba nesta quinta-feira, 17 de setembro de 2026. As medidas visam empresas estatais ligadas ao setor de níquel e estruturas associadas ao desenvolvimento militar.
O secretário de Estado, Marco Rubio, destacou que o regime cubano concentra recursos nas mãos de uma elite militar, utilizando receitas da exploração mineral para sustentar o aparato de segurança do país.
O Departamento de Estado identificou 11 alvos nas sanções, incluindo oito entidades e três dirigentes militares. Entre as organizações sancionadas estão aquelas dedicadas à pesquisa e produção para as Forças Armadas cubanas, como SIMPRO, CIDNAV, CIDAI e GELCOM.
Os oficiais sancionados são Joaquin Francisco Cancio Monteagudo, Dioglis Pedrera Arguello e Julio Hurtado Betancourt, considerados responsáveis por essas estruturas.
Impacto econômico das sanções
As sanções também atingem a cadeia de exploração do níquel, considerada uma fonte de moeda forte para o governo cubano. As empresas SERCONI, CEPRONIQUEL, CEDINIQ e PINARES S.A. foram incluídas na lista de alvos, por atuarem como prestadoras de serviços ao setor.
As sanções resultam no bloqueio de bens e interesses dos alvos que estejam nos Estados Unidos ou sob controle de cidadãos e empresas americanas. Negócios e pagamentos envolvendo os sancionados estão proibidos, a menos que autorizados por licenças específicas.
Além disso, o Departamento de Estado alertou que estrangeiros que realizarem transações com os alvos poderão enfrentar restrições, reiterando que as regras do embargo americano a Cuba continuam em vigor.
Fonte: midiamax.com.br

