Um médico, proprietário do Rancho Itapuã em Três Lagoas, firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) para reparar os danos ambientais decorrentes de uma queimada irregular de lixo em uma Área de Preservação Permanente (APP).
O acordo, que resulta no arquivamento do Inquérito Civil, foi assinado em 15 de julho de 2026 pelo promotor de Justiça Etéocles Brito Mendonça Dias Júnior.
A investigação começou após denúncias sobre a queima de folhas e resíduos sólidos nas margens do Rio Sucuriú. Em 30 de dezembro de 2025, a Polícia Militar Ambiental confirmou a presença de focos de incêndio na propriedade durante uma fiscalização.
Na ocasião, o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) emitiu um auto de infração, multando o proprietário em 30 UFERMS, o que correspondia a R$ 1.587,60 na data da autuação.
Em abril de 2026, a promotora Ana Cristina Carneiro Dias converteu o caso em Inquérito Civil e sugeriu a assinatura do TAC ao médico ginecologista.
As informações foram reportadas por Tatiane Linhares Vicente, com dados de Midiamax.
Fonte: fatosregionais.net.br

