O cardiologista João Jazbik Neto, de 78 anos, foi preso pela terceira vez sob acusação de feminicídio da esposa, Fabíola Marcotti, de 51 anos. A prisão ocorreu na tarde desta quinta-feira (3), em Campo Grande, onde ele foi levado à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).
Ao chegar à delegacia, Jazbik afirmou que não teve envolvimento na morte da fisioterapeuta, reiterando: “Eu não matei a Fabíola. Eu vivia com ela em lua de mel e a família dela sabe”.
Antes de sua prisão, o médico tinha sido solto após 14 dias de detenção, onde havia permanecido por apenas seis dias no Presídio Militar, em Campo Grande. A decisão do desembargador Emerson Cafure permitiu que Jazbik fosse o único acusado de feminicídio em Mato Grosso do Sul, em 2026, a ser liberado temporariamente.

Decisão Judicial
O novo mandado de prisão foi expedido com urgência, restabelecendo a prisão preventiva do médico, após uma reconsideração da decisão anterior que havia permitido sua liberdade. O documento judicial destacou que a prisão tinha validade de 20 anos, com a necessidade de recolhimento em prisão especial.
Situação Atual
A defesa de João Jazbik não foi contatada pela reportagem até o fechamento desta matéria. O caso levanta questões sobre a violência contra a mulher em Mato Grosso do Sul, refletindo uma realidade preocupante no estado.
Links e documentos citados
- Cardiologista réu por feminicídio volta à cadeia após 14 dias solto
- Dos 20 presos por feminicídio, só um responde em liberdade
- Agepen
- Clique aqui e faça a denúncia
- Campo Grande
- Polícia Civil
- TJMS
Fonte: primeirapagina.com.br

