A família de Ramão Segóvia Ortiz, um brasileiro falecido em Portugal, enfrenta um desafio financeiro urgente. Eles têm até o dia 3 de setembro para arrecadar cerca de R$ 60 mil e evitar que ele seja enterrado como indigente no país europeu.
Em uma decisão da Justiça Federal, foi determinado que a União deveria arcar com os custos do traslado do corpo de Ramão ao Brasil. No entanto, no dia 23 de agosto, o Governo Federal recorreu dessa ordem, reduzindo ainda mais o tempo disponível para que a família consiga reunir o valor necessário.
Situação do traslado
A morte de Ramão, ocorrida no dia 4 de agosto, é tratada como de causas naturais. Ele foi encontrado em Santarém e levado ao Instituto Médico Legal (IML). Após ser notificada, a família recebeu um prazo de 30 dias para pagar o transporte do corpo, que varia de R$ 45 mil a R$ 60 mil.

Sem condições financeiras, os parentes iniciaram uma campanha para que o Governo arcasse com os custos e também abriram uma arrecadação online, que ainda está longe da meta. A decisão da 1ª Vara Federal de Campo Grande determinou que a União, por meio do Ministério das Relações Exteriores e do Consulado-Geral em Lisboa, deveria custear o traslado.
A ordem judicial destaca que as providências administrativas devem ser iniciadas imediatamente e concluídas no menor prazo possível, evitando o sepultamento social em Portugal. No entanto, até o momento, a Justiça não analisou o pedido de recurso da União.

Campanha de arrecadação
A família de Ramão, que sonhava em oferecer melhores condições para sua família, agora busca apoio em uma campanha de arrecadação. Para contribuir, foi criada uma vaquinha online e uma chave Pix para doações diretas.
Como ajudar
Chave Pix: ramaodevolta@gmail.com Vakinha: Ajude a trazer Ramão de volta para casa
A mobilização continua enquanto a família aguarda os desdobramentos legais sobre o traslado do corpo de Ramão.
Links e documentos citados
- Justiça garante traslado de brasileiro morto em Portugal, mas família segue aflita
- Campo Grande
- Governo Federal
- UNIÃO
Fonte: primeirapagina.com.br


Comments are closed, but trackbacks and pingbacks are open.