O tereré, com seu ‘kit de sobrevivência’ que inclui erva-mate, bomba de metal e gelo, é uma bebida que vai muito além de um simples refresco em Campo Grande. Presente na rotina dos campo-grandenses, o tereré é um símbolo cultural que perpetua histórias e memórias, sendo um elo entre gerações.




A história de Karoline Betoni Borges
Karoline Betoni Borges, de 32 anos, cresceu em Campo Grande e teve seu primeiro contato com o tereré ainda na infância, por influência de sua avó, que há 40 anos vende erva-mate no Mercadão Municipal. Hoje, Karoline afirma que o tereré se tornou uma tradição familiar, sendo parte de sua vida pessoal e profissional.



A ressignificação do hábito
João Cortez, de 30 anos, também carrega sua própria relação com o tereré, que se intensificou após o falecimento de sua avó há cerca de dois anos. Para ele, a bebida agora simboliza saudade. João relembra como costumava compartilhar momentos com sua avó e, embora tenha diminuído a frequência com que consome tereré, ele busca ressignificar essa tradição em momentos com amigos.



Momentos de descontração com amigos
Influenciadores como Júnior, do Passeando em Campo Grande, e Corumbá, da Popular, também destacam a presença do tereré em suas vidas. Júnior menciona que o preparo da bebida é automático ao acordar, enquanto Corumbá brinca sobre ter nascido pedindo por tereré. Ambos compartilham lembranças de infância que reforçam a conexão afetiva que têm com a bebida.

Links e documentos citados
Fonte: midiamax.com.br


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